sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Educação holística


Crédito: Marina Lopes / Porvir

Sem provas ou divisão por disciplinas, escola promove educação holística

Nada de provas, carteiras enfileiradas, currículo organizado por disciplinas ou divisão por séries. Na Wish Bilingual School, localizada no Jardim Anália Franco, zona leste de São Paulo, o bilinguismo está longe de ser o seu maior diferencial. Para estimular o desenvolvimento integral dos alunos, a escola passou a valorizar a educação holística como uma estratégia central do seu projeto pedagógico.
Voltada para a educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental, a escola tem pouco mais de cem alunos e trabalha com a metodologia de projetos para incentivar que eles construam conhecimentos a partir dos seus interesses. A proposta é pautada por diferentes aspectos que envolvem corpo, mente, espírito, autoconhecimento, relação com o mundo e com os outros.
Por lá, tudo pode ser tema de pesquisa, desde o nascimento dos bebês até a história da paquistanesa Malala. A aluna Lara Muniz, 9, do 4° ano, por exemplo, está estudando as florestas para construir uma maquete da natureza. “A gente pode fazer tudo o que quiser. Tudo está ao nosso alcance”, conta a menina, que está na Wish há dois anos e meio. Diferente da sua antiga escola, onde precisava “escrever de cara na lousa”, por meio das investigações ela diz aprender brincando. “Você vai fazendo o seu projeto e do nada percebe que usou matemática para calcular quantos centímetros de uma papel vai precisar”, exemplifica.
Crédito: Marina Lopes / Porvir
Embora hoje os projetos tenham origem na curiosidade dos estudantes, nem sempre foi assim. Quando a escola surgiu em 2008, o formato era diferente. “O projeto tinha uma existência prévia. Eu tinha o projeto dos dinossauros para as crianças de três anos. Antes de qualquer criança de três anos chegar, o projeto já estava montado com começo, meio e fim”, relembra a diretora e fundadora Andressa Lutiano.
Após trabalhar por anos como professora de inglês, Andressa decidiu começar uma escola bilíngue quando estava procurando um local para matricular a sua filha, que na época tinha dois anos. E apesar de oferecer um ensino em duas línguas simultâneas, a Wish nasceu com uma proposta tradicional. No final de 2012, entretanto, após participar de uma viagem para conhecer escolas inovadoras na Espanha, Dinamarca e Reino Unido, a diretora voltou motivada a colocar em prática o que tinha visto.
Aos poucos, começaram a surgir as transformações. Mudança de currículo, mudança de tempo, mudança de avaliação e mudança de espaços. O trabalho teve início com a formação da equipe e logo também teve que dar conta de explicar o novo modelo aos pais. “Em um primeiro momento a gente perdeu uns 20 alunos”, recorda.
Para explicar que as crianças não iriam mais fazer provas e não teriam aulas divididas por disciplinas, entre outras coisas, a solução foi trazer os pais para dentro da escola. Também começaram a ser enviados muitos materiais para casa, incluindo vídeos e leituras sobre novos modelos educacionais.
Como os alunos não fazem provas, a avaliação é feita por meio de observações e acompanhamento contínuo dos professores. Tudo fica registrado na plataforma Gold, que traz ferramentas para acompanhamento dos alunos e apresenta diferentes expectativas de aprendizagem a serem atingidas. “Cada um tem um ritmo de fazer sua atividade. A gente vai observando, registrando e acompanhando. Eles fazem tudo ao mesmo tempo, mas aqueles que têm dificuldade sempre pedem ajuda”, explica a professora Angela Graziela Fagá, que acompanha alunos do 2° e 3° ano.
Seguindo a proposta de que as crianças aprendam em ritmos diferentes e persigam suas motivações, a semana escolar tem início com a organização da agenda individual. Os alunos sentam com os professores e fazem um planejamento, que intercala momentos de livre exploração, acompanhamento individual, atendimento em pequenos grupos e períodos que envolvem toda a classe. “A gente brinca, faz lição, projetos e várias coisas”, conta o aluno Rafael Poiate, 9, do 4° ano.
No futuro, a ideia também é retirar as paredes. A escola já está com o projeto de mudança para um novo espaço, que contará com móveis e divisórias que se movimentam para criar pequenas salas ou um grande galpão.
FONTE:http://porvir.org/sem-provas-ou-divisao-por-disciplinas-escola-promove-educacao-holistica/

domingo, 25 de dezembro de 2016

HISTÓRIA DO CEARÁ

A história do Ceará tem início com a criação da "Capitania do Siará", doada em 1535 a Antonio Cardoso de Barros. Em 1603, uma expedição comandada pelo açoriano Pêro Coelho de Souza fundou na região, a colônia denominada Nova Luzitânia. Juntamente com o grupo, chegou também um rapaz de 17 anos, Martim Soares Moreno, considerado o verdadeiro fundador do Ceará.
Conhecedor da língua e dos costumes indígenas mantinha amizade fraternal com os nativos, o que lhe valeu fundamental apoio para a derrocada dos franceses e holandeses que também pretendiam colonizar a região. Em 1619, depois de muitas lutas contra invasores estrangeiros, naufrágios e prisões, Soares Moreno obteve uma carta régia que lhe dava o título de Senhor da Capitania do Ceará, lá se fixando por muitos anos. Seu romance com a índia Iracema foi imortalizado pelo escritor brasileiro José de Alencar, em seu livro intitulado "Iracema".
O Ceará fez parte do Estado do Maranhão e Grão-Pará em 1621. Foi ainda invadido duas vezes, em 1637 e 1649, pelos holandeses que ocupavam a região onde hoje se encontra o Estado de Pernambuco, mantendo-se a ele subordinado até conquistar sua autonomia, em 1799. O desenvolvimento da pecuária em Pernambuco e na Bahia levou criadores a ocuparem o interior do Ceará. As vilas foram se formando junto às grandes fazendas ou nos pontos de descanso das tropas vindas do sul.
Em 1824, o Ceará participou da Confederação do Equador[1], juntamente com os Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Paraíba. O Estado começou a se desenvolver na segunda metade do século XIX, com a chegada da navegação a vapor, das estradas de ferro, da iluminação a gás e do telefone. Foi a primeira província brasileira a libertar os escravos, em 1884, e também uma das primeiras a aderir à República.
O Ceará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situado na Região Nordeste e tem por limites o Oceano Atlântico a norte e nordeste, Rio Grande do Norte e Paraíba a leste, Pernambuco a sul e Piauí a oeste. Sua área total é de 146.348,30 km², ou 9,37% da área do Nordeste e 1,7% da superfície do Brasil. A população do estado em 2014 era de 8,843 milhões habitantes, conferindo ao território a oitava colocação entre as unidades federativas mais populosas[2].
A capital e maior cidade é Fortaleza, sede da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Outras cidades importantes fora da Região Metropolitana de Fortaleza são, Juazeiro do Norte e Crato na Região Metropolitana do Cariri, Sobral na região noroeste, Itapipoca na região norte, Iguatu na região centro-sul e Quixadá no sertão. Ao todo são 184 municípios.
O estado é conhecido nacionalmente pela beleza de seu litoral, pela religiosidade popular e pela imagem de berço de talentos humorísticos. A jangada, ainda comum ao longo da costa, é considerada um dos maiores símbolos do povo e da cultura cearenses. O Ceará concentra 85% de toda caatinga do Brasil, bioma relacionado às estiagens que, aliado a políticas ineficientes, castigam a população do campo, da qual a maioria ainda é pobre.
O Ceará é conhecido como "Terra da Luz", numa referência à grande quantidade de dias ensolarados, mas que também remonta ao fato de o estado ter sido o primeiro da federação a abolir a escravidão, em 1884, quatro anos antes da Lei Áurea. Por esse fato, o jornalista José do Patrocínio considerou o estado como "a terra da luz".
Para alguns historiadores, o nome Ceará este de ciará "canto de jandoin", no dizer dos índios; outros vêem a formação da palavra em ceuro "canto forte" e zara "pequena arara". Há quem veja no nome Saara, a origem. Os primeiros exploradores da terra viram notável semelhança na região com o famoso deserto africano. Apresenta-se o étimo ci e araã "moléstia do calor"; lugar sujeito às moléstias do calor ou da seca.



[1] Confederação do Equador foi um movimento revolucionário, de caráter emancipacionista e republicano ocorrido em 1824 no Nordeste do Brasil, tendo como centro irradiador a província de Pernambuco. Representou a principal reação contra a tendência absolutista e a política centralizadora do governo de D. Pedro I (1822-1831), esboçada na Carta Outorgada de 1824, a primeira Constituição do país. A revolução queria a formação de uma república baseada na constituição da Colômbia.
[2] FONTE: http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=ce

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Turminha 7º ano/2016 CNEC Itapipoca

Feliz Natal turminha querida, que em 2017 a nossa evolução continue, um abraço a todos que fizeram parte do 7º ano turma 2016, e que venha o 8º com mais sucesso.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

As 20 melhores faculdades EAD



Você sabia que o Brasil já registra mais de um milhão de universitários que estudam a distância? Os dados são do mais recente Censo da Educação Superior e mostram que o EAD veio para ficar. E o melhor: com o aval do Ministério da Educação (MEC), que já reconheceu mais de mil cursos superiores a distância.
Entre as principais vantagens dessa escolha, podemos citar:
-Flexibilidade de horários de estudo
-Economia de tempo e dinheiro com deslocamentos
-Mensalidades mais acessíveis
-Modernidade de métodos pedagógicos, com maior autonomia para o aluno
As faculdades EAD oferecem cursos superiores de bacharelado, tecnólogo e licenciatura e passam por um rigoroso controle de qualidade até poderem abrir as primeiras turmas. Todos os cursos são avaliados periodicamente pelo MEC, assim como acontece com qualquer faculdade presencial.
Aliás, o diploma obtido em uma graduação EAD reconhecida pelo MEC vale tanto quanto o presencial e serve para comprovar a qualificação para participar de processos seletivos de emprego, prestar concursos públicos que exijam nível superior e fazer uma pós-graduação.
Se você chegou até aqui, é provável que esteja considerando fazer um curso a distância. E é claro que, ao escolher uma faculdade EAD, você vai querer não apenas um diploma com validade em todo o território nacional, mas também a certeza de que investirá tempo e dinheiro em uma graduação de qualidade.
Para ajudá-lo nessa tarefa, preparamos uma lista com as 20 melhores faculdades EAD de acordo com o MEC!

As 20 melhores faculdades EAD segundo o MEC

O MEC aplica dois conceitos para avaliar as instituições de ensino superior, tanto presenciais como EAD: o IGC (Índice Geral de Cursos) e o CI (Conceito Institucional).
As notas dos dois conceitos podem ir de 1 a 5, sendo que a nota 3 é considerada positiva e as notas 1 e 2 são consideradas insuficientes.
Para formar a lista com as 20 melhores faculdades EAD segundo o MEC, selecionamos apenas aquelas que obtiveram nota máxima (5) em pelo menos um dos conceitos.
Confira:
CI: 5
IGC: 4
Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (EBAP) - Privada 
CI: 5
IGC: 5
Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP) - Privada
CI: 5
IGC: 4
Escola de Direito do Rio de Janeiro (DIREITO RIO) - Privada
CI: 5
IGC: 4
Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLMANDIC) - Privada
CI: 5
IGC: 5
Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) - Pública
CI: -
IGC: 5
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) - Privada
CI: 5
IGC: 4
Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) - Privada 
CI: 5
IGC: 4
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) - Pública 
CI: -
IGC: 5
Universidade Federal de Lavras (UFLA) - Pública 
CI: 5
IGC: 5
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Pública 
CI: 4
IGC: 5
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - Pública 
CI: 4
IGC: 5
Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) - Pública 
CI: 4
IGC: 5
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - Pública 
CI: -
IGC: 5
Universidade Federal de Viçosa (UFV) - Pública 
CI: 4
IGC: 5
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Pública 
CI: 5
IGC: 4
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) - Pública 
CI: 5
IGC: 4
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Pública 
CI: 4
IGC: 5
Universidade Federal Fluminense (UFF) - Pública 
CI: 5
IGC: 4
Universidade Nove de Julho (UNINOVE) - Privada 
CI: 5
IGC: 4
Notas simbolizadas por um traço ( - ) significam que a instituição ainda não foi avaliada pelo MEC naquele quesito.

Outras faculdades EAD bem avaliadas pelo MEC


É importante, ao escolher sua faculdade EAD, que ela seja reconhecida pelo MEC, para que seu diploma tenha validade. Veja alguns exemplos de faculdades que receberam avaliações positivas em seus cursos e têm o reconhecimento do MEC:

Como funciona a avaliação do MEC para as faculdades EAD

Para poder oferecer um curso a distância, toda universidade precisa passar por um rigoroso processo de autorização por parte do MEC. São avaliados itens como a qualificação dos professores, o projeto pedagógico, as instalações físicas dos polos presenciais, a infraestrutura tecnológica de suporte aos alunos, etc.
Quando os cursos EAD já estão em andamento, a instituição (seja ela presencial ou EAD) recebe dois conceitos distintos por parte do MEC:
-CI - Conceito Institucional: nota atribuída após visita in loco que avalia todos os aspectos da instituição.
-IGC - Índice Geral de Cursos: considera a média das notas que a instituição obteve em todos os cursos de graduação e pós-graduação.
O MEC também faz avaliações individuais para cada curso que a faculdade EAD oferece. Essas notas são o Conceito do Curso (CC), Conceito Preliminar do Curso (CPC) e Enade. Como elas acontecem em ciclos, é comum encontrar cursos EAD que ainda não passaram pela avaliação do MEC.

Como saber se uma faculdade EAD é reconhecida pelo MEC?

Todas as faculdades EAD credenciadas podem ser consultadas no portal e-MEC. Para descobrir se o curso que você pretende fazer é oferecido perto de sua casa, quanto custa a mensalidade e outras informações, faça uma busca por Faculdades a distância reconhecidas pelo MEC.

FONTE:http://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/as-20-melhores-faculdades-ead/ar-AAkL31k?li=BB8nufC&ocid=spartandhp

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

HOMENAGEM PÓSTUMA AO MAESTRO JOSÉ DE FROTA NETO

PONTO DE VISTA - PERFIL CULTURAL ( ESPECIAL LOUVOR A VIDA)


PROFESSOR GENÉSIO MENESES.

O POVO DE ITAPIPOCA NO DIA 16 DE MARÇO DE 2004, NESSA DATA NÃO PAROU PARA VER A BANDA PASSAR E MUITO MENOS ACORDOU AO SOM DAS ALVORADAS DA VELHA FURIOSA (BANDA DE MÚSICA) EM CORO COM OS PARDAIS DA ANTIGA PRAÇA DA MATRIZ (HOJE PERILO TEIXEIRA), MAS PARA SAUDAR A PASSAGEM DE UM HOMEM VITORIOSO QUE CUMPRIU SUA LONGA JORNADA NA TERRA, ATÉ PORQUE A BANDA JÁ NÃO ESTAVA MAIS EM SEUS PLANOS. FICOU NO AR UM TOQUE DE PISTOM ANUNCIANDO A TODOS SUA PARTIDA... A MÚSICA SEMPRE ESTEVE PRESENTE EM TODOS OS MOMENTOS DE SUA VIDA, CÍVICA, REGIONAL OU SACRA. O MENINO QUE VENDIA LEITE CRESCEU E DEPOIS PARTIU, JÁ NÃO OUVIA MAIS AS ORDENS DE SEU AVÔ PATERNO, COM QUEM FORA CRIADO ( SENHOR JOSÉ GOMES DA FROTA). OS CORREDORES DA ANTIGA ESCOLA NORMAL RURAL JOAQUIM MAGALHÃES, AINDA ECOAM ALGUNS ACORDES DE SEU PISTOM, QUE ERA UMA TRADIÇÃO CÍVICA DA ÉPOCA, ALUNOS ENFILEIRADOS, ENTOAVAM HINOS CÍVICOS ANTES DA AULA INICIAL. ÁUREOS TEMPOS DOS VERDES ANOS DA GERAÇÃO QUE USUFRUIU DE SEU GRANDE TALENTO. SERENO EM SEU LAR DOCE LAR, PLENO DE AFETO E ATENÇÃO POR SEUS FAMILIARES. AGORA JAZ SEU CORPO NA TERRA ENTRE FLORES E ESPINHOS, SUA ALMA LIMPA COM A CERTEZA DE QUE A VIDA ETERNA UM DIA UNIRÁ A TODOS DIANTE DE DEUS. CALA-SE UM PISTOM, MAS A SUA MEMÓRIA CULTURAL FICARÁ SEMPRE PRESENTE ATRAVÉS DE SUAS OBRAS. SUAS PALAVRAS FICARÃO NA POSTERIDADE, ACREDITANDO E COBRANDO DOS NOSSOS REPRESENTANTES UMA VIDA MAIS DIGNA PARA SEUS CONTERRÂNEOS: “AVANTE ITAPIPOCA, AVENTE! NÃO QUEREMOS TE VER PARADA. AVANTE ITAPIPOCA, AVANTE, PARA O FUTURO TERRA ADORADA”... (TRECHOS DO HINO DE ITAPIPOCA DE SUA AUTORIA).

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Arqueólogos descobrem cidade de 7 mil anos no Egito

Arqueólogos egípcios anunciaram no dia 23 de novembro de 2016 a descoberta de partes do que pode ter sido uma verdadeira cidade residencial do Egito antigo, datada de 5.316 antes de Cristo.
Os vestígios foram encontrados a cerca de 400 metros ao sul do templo do faraó Seti 1º, em Abidos, na província de Sohag, a 390 quilômetros ao sul do Cairo. Abidos é uma das mais antigas cidades egípcias e que teria sido capital na era pré-dinástica e nas primeiras quatro dinastias.
Na cidade há um enorme cemitério, com pelo menos 15 túmulos grandes, diversos objetos decorativos de cerâmicas ou de uso cotidiano e estruturas que provavelmente serviam de moradia para quem vivia lá, possivelmente pessoas encarregadas da construção de cemitérios da família real em Abidos.
"O tamanho desses túmulos é maior do que os encontrados em Abidos, datados da primeira Dinastia. Isso leva a crer que as pessoas sepultadas no local pertenciam a uma hierarquia social muito alta", afirmou o ministro das Antiguidades do Egito, Mahmoud Afifi.
O chefe da missão arqueológica, Yasser Mahmoud Hussein, disse que "os túmulos (com forma de mastaba) são únicos em seu estilo arquitetônico, já que contêm mais de um nível, e alguns chegam a ter até quatro". Afifi destacou a importância da descoberta, já que é possível que os objetos encontrados revelem novas informações sobre a história da cidade de Abidos. Além de ampliar os conhecimentos sobre a civilização egípcia, a cidade recém-descoberta pode ajudar a aumentar o turismo no país.
Em 2010, o Egito recebeu cerca de 14,7 milhões de turistas. Após a queda do ex-ditador Hosni Mubarak, em 2011, o turismo no país começou a cair drasticamente. No ano passado, um ataque terrorista matou 224 turistas que sobrevoavam o Mar Vermelho a bordo de um avião russo, reforçando a imagem de insegurança do país.
Nos primeiros três meses de 2016, o Egito recebeu apenas 1,2 milhão de turistas. No mesmo período de 2015, esse número chegava a 2,2 milhões. As autoridades egípcias esperam que a novidade dê um novo rumo a essas estatísticas.
Fonte: http://cafehistoria.ning.com/

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Ceará tem melhor índice de educação básica do Nordeste

Ideb





O Ceará superou as metas propostas pelo Ministério da Educação (MEC) para serem alcançadas em 2015, no ensino fundamental - anos inciais e ensino fundamental - anos finais, ficando com a primeira posição entre os Estados do Nordeste, de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta quinta-feira (8) pela instituição.
 
Nos anos iniciais (1º ao 5º ano), o Estado alcançou 5,9 pontos quando a meta prevista era de 4,5. O resultado ultrapassa a meta de 2021 (5,4) e propicia a saída da 11ª posição no Brasil para a 5ª colocação. Nos anos finais (6º ao 9º ano), a meta era de 4,3 e o Ceará conquistou 4,8 pontos, superando a projeção para 2017 (4,6). Com relação ao Ensino Médio, o Estado está na 10ª posição em relação às demais unidades da Federação. A média de 2013 foi de 3,6, e em 2015, ficou em 3,7, a mesma pontuação do Brasil.
 
Conforme o secretário da Educação, Idilvan Alencar, a evolução do desempenho do Ceará no Ideb é atribuída ao trabalho realizado pelo Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic). “Um avanço significativo pode ser visto desde a implantação dessa política que começou com a alfabetização e foi ampliada, em dezembro do ano passado, pelo governador Camilo Santana, até o 9º ano do ensino fundamental, e recebeu o nome de Mais Paic” - enfatiza.
 
O Programa Aprendizagem na Idade Certa – Mais Paic tem como finalidade ampliar o trabalho de cooperação já existente com os 184 municípios cearenses. Com essa expansão, o ensino fundamental foi beneficiado com mais apoio técnico e financeiro para a formação de professores, aquisição de material didático e de literatura, avaliação e gestão municipal. “A iniciativa apoia a aprendizagem dos alunos para que sigam com sucesso, tenham bons resultados e ingressem no Ensino Médio bem preparados” – acrescentou Idilvan Alencar.
 
Ensino Médio
 
Já no Ensino Médio, o Ceará não foi tão bem assim. Em 2015, o índice foi de 3,7, apenas 0,1 a mais que em 2013. A meta era 4,2. Este foi o segundo ano consecutivo que o Estado não conseguiu superar o objetivo.

FONTE:http://tvdiario.verdesmares.com.br/noticias/educacao/ceara-tem-melhor-indice-de-educacao-basica-do-nordeste-1.1614870

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Brasil cai em ranking mundial de educação e está entre os piores desempenhos

Em comparação com os demais países, o Brasil ocupa a 63ª posição em ciências; a 59ª posição em leitura e a 65ª posição em matemática


Brasil está estacionado entre os piores desempenhos do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), de acordo com os resultados da avaliação de 2015, divulgados nesta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Pisa mediu o conhecimento dos estudantes de 72 países em leitura, ciências e matemática. Nas três, a média dos estudantes brasileiros ficou abaixo da dos demais países. Em matemática, o país apresentou a primeira queda desde 2003, início da série histórica da avaliação.

Em ciências, a média do Brasil foi 401 pontos, enquanto a média dos países da OCDE foi 493. Em leitura, o país obteve 407 pontos, abaixo dos 493 pontos dos países-membros da OCDE e em matemática, o desempenho brasileiro foi de 377 contra 490 da OCDE.

De acordo com os critérios da organização, 30 pontos no Pisa equivalem a um ano de estudos. Isso significa que, em média, os estudantes brasileiros estão cerca de três anos atrás em ciências e leitura e mais de três anos em matemática.

O Pisa testa os conhecimentos de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências. A avaliação é feita a cada três anos, e cada aplicação é focada em uma das áreas. Em 2015, o foco foi em ciências, que concentrou o maior número de questões da avaliação.

Participaram da edição do ano passado 540 mil estudantes que, por amostragem, representam 29 milhões de alunos dos países participantes. A avaliação incluiu os 35 países-membros da OCDE, além de economias parceiras, como o Brasil. No país, participaram 23.141 estudantes de 841 escolas. A maior parte deles (77%) estava matriculada no ensino médio, na rede estadual (73,8%), em escolas urbanas (95,4%).

Em matemática, o país teve uma trajetória positiva desde 2003, início da série histórica, quando obteve 356 pontos. Nas avaliações seguintes, obteve 370 em 2006 e 386, em 2009. Em 2012, o país atingiu 389 pontos. Houve uma elevação real de 21 pontos na média dos alunos no período de 2003 a 2012. Em 2015, no entanto, o país caiu para 377, o que significa um declínio de 11,4 pontos. Apesar de ser uma queda, pelos critérios da OCDE, não se trata de grande diferença.

Nas demais avaliações, o país está estagnado. Em ciências, a proficiência média do Brasil foi 390 em 2006; 405 em 2009; e 402 em 2012. As pontuações não apresentam diferenças estatísticas, segundo o relatório da OCDE, o que mostra que o país está estagnado. O mesmo ocorre em leitura. Em 2000, o país obteve 396; em 2003, 403; em 2006, 393; em 2009, 412 e em 2012, 407. Essas diferenças são consideradas insignificantes estatisticamente.

Ranking

Em comparação com os demais países, o Brasil ocupa a 63ª posição em ciências; a 59ª posição em leitura e a 65ª posição em matemática. O ranking considera 70 economias - foram excluídas a Malásia e o Cazaquistão, que não seguiram as mesmas regras de amostragem dos demais países, o que não permite a comparação.

No topo do ranking de ciências estão Cingapura (556), o Japão (538) e a Estônia (534). Em leitura estão Cingapura (535), Hong Kong (China), o Canadá (527) e a Finlândia (526). Em matemática, Cingapura também aparece em primeiro lugar, com 564 pontos, seguida de Hong Kong (548) e Macau (China), com 544 pontos. 

A OCDE pondera que as condições socioeconômica do Brasil e dos países da OCDE são diferentes. Enquanto no Brasil, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita considerado no estudo é de US$ 15,9 mil, a média da OCDE é de US$ 39,3 mil por habitante. Os países-membros da organização também investem mais por estudantes dos 6 aos 15 anos, US$ US$ 90,3 mil, enquanto no Brasil esse gasto é de menos da metade, 38,2 mil.

Outros países, no entanto, como a Colômbia, o México e o Uruguai gastam menos por estudante que o Brasil e tiveram um desempenho melhor em ciências - respectivamente, 416, 416 e 435 pontos. O Chile, que gasta o mesmo que o Brasil, também obteve uma pontuação maior, de 447.

Ministério da Educação


Na avaliação da secretária executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, o resultado geral do Brasil "é muito ruim em comparação até com países que têm investimento menor que o nosso em educação e, inclusive, um nível de desenvolvimento inferior ao do Brasil. Países como a Colômbia e o México, que tinham um desempenho parecido e agora ja superaram o Brasil", afirma.

De acordo com Maria Helena, é possível "dar um salto de qualidade" desde que haja políticas públicas adequadas. Segundo ela, a formação de professores é chave nesse processo. Ela aposta na definição da Base Nacional Comum Curricular para melhorar o ensino. A base vai definir o mínimo que estudantes devem aprender, desde o ensino infantil até o ensino médio. O documento, que está em discussão para o ensino médio e em fase final de elaboração para as demais etapas, vai orientar também a formação dos professores.

"Acho que o Pisa é bom relatório para que se entenda as enormes dificuldades do país, que não melhora a educação básica e, ao mesmo tempo, pensa em melhorar a economia. Só vai conseguir melhorar [a economia] se melhorar a educação básica", acrescenta.

FONTE:http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2016/12/06/interna_nacional,830261/brasil-cai-em-ranking-mundial-de-educacao-e-esta-entre-os-piores-desem.shtml

AVALIAÇÕES EXTERNAS COMO FUNCIONA A AVALIAÇÃO DE PROFESSORES AO REDOR DO MUNDO?

Tema que causa polêmica nos países onde é discutido, a avaliação de professores pode se tornar uma realidade também no Brasil. Tramita no Congresso Nacional desde 2007 um projeto de lei que pretende criar uma espécie de exame que vai servir para avaliar os docentes da educação básica.
Batizado de Exame Nacional de Avaliação do Magistério da Educação Básica (Enameb), o teste teria o objetivo de avaliar o desempenho dos professores da educação básica que dão aulas na rede pública e privada. Conforme o texto, de autoria do ex-senador Wilson Matos, será avaliado o “desempenho dos docentes, suas habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento”.
Caso aprovada, a avaliação funcionará em ciclos de cinco anos, em que serão avaliados, na ordem, docentes da educação infantil; anos iniciais do ensino fundamental; anos finais do ensino fundamental; ensino médio e, por fim, da educação especial e de jovens e adultos.  De acordo com a proposta, os professores poderiam se inscrever voluntária e gratuitamente no Exame, que serviria, por exemplo, como indicador para progressão de carreira no magistério. O texto também prevê que o Enameb poderá servir para levantar o perfil, as condições de trabalho e outras características dos professores brasileiros. O resultado dos testes poderá ser divulgado, desde que sem a identificação do docente.

A proposta já foi aprovada no Senado e encaminhada à Câmara, onde já foi aprovada na Comissão de Educação e aguarda parecer dos deputados na Comissão de Constituição e Justiça desde o ano passado.

Em alguns países latino-americanos como o México, mais recentemente, e o Chile (já há quase uma década), as mudanças foram recebidas com protestos. Em outros países, sobretudo os asiáticos, que têm se destacado em exames internacionais de aprendizado, como o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), a avaliação de professores é usada para atestar a qualidade de ensino. Separamos alguns exemplos para mostrar a variedade de avaliações adotadas em cada contexto.

Boa leitura!

China

O país tem adotado um sistema complexo que tem o objetivo de medir a qualidade dos docentes, que se diferencia dos demais porque prevê a adoção de critérios gerais (aplicados aos professores de todo o país), além de critérios locais, de acordo com as especificidades de cada região. As escolas também participam do processo, bem como toda a comunidade escolar, composta pelos outros professores, alunos e pais de alunos. Além disso, o resultado final leva em conta as notas obtidas pelos estudantes que tiveram aula com o professor.
Outro diferencial é que os exames têm critérios que avaliam aspectos pessoais e de certa forma subjetivos dos professores, como sua integridade profissional e seus valores.

Cingapura

Outro país asiático bem avaliado em exames internacionais, Cingapura avalia seus professores de forma obriogatória desde 2005. Na avaliação não são considerados somente os resultados acadêmicos, mas também aspectos como iniciativas pedagógicas do professor, sua relação com a comunidade escolar e as contribuições para com seus outros companheiros de professor. Além de responder a uma avaliação de desempenho o docente de Cingapura tem seu plano  de aula avaliado três vezes ao ano pelo diretor e sub-diretor da escola.

Japão

O professor japonês é personagem ativo na elaboração de um plano no início de cada ano, que estabelece os objetivos perseguidos e metas a serem alcançadas ao longo do ano letivo. No final desse processo, ele tem seu desempenho avaliado por grupos de professores e inspetores, entre outras autoridades, com base nas diretrizes que ajudou a construir.
formação docente

Finlândia

Modelo de educação para todo o mundo, sobretudo a partir da década de 1990, a Finlândia passou por uma verdadeira revolução educacional que incluiu o sistema de avaliação de professores. Ao contrário dos países asiáticos citados acima, neste país europeu o sistema de avaliação de desempenho tem menos critérios científicos e conta com uma relação de confiança entre professores e diretores.
Hoje, essas avaliações são feitas na própria escola, com base em conversas entre os profissionais. O sistema deu lugar a um modelo baseado na referência de inspeção.

Estados Unidos

Por se tratar de uma federação, cada um dos estados pode adotar um sistema de avaliação diferenciado. Recentemente, docentes de alguns estados realizar manifestações para mudar os métodos de avaliação que, de modo geral, classificam os professores com base em seu desempenho: eficaz, satisfatório ou ineficaz. Grosso modo duas situações incomodam os docentes norte-americanos: o esvaziamento do exame ao tratar todos de forma igual com o rótulo “satisfatório” ou que autoridades usassem os resultados como mecanismo de demissão.

Chile

O Chile foi um dos primeiros países latino-americanos a adotar um sistema de avaliação de desempenho de professores, ainda no ano de 2006. Assim como aconteceu em outros locais, como o México, houve protestos, sobretudo de sindicatos da categoria, que participaram ativamente da negociação dos termos que passaram a compor a Lei da Carreira Docente.
O processo pelo qual passam tanto os docentes da rede pública como da rede privada inclui práticas de revisão do portfólio do professor, gravações de aulas, entrevistas com examinadores e até mesmo uma autoavaliação. Esses critérios são analisados e, ao final, o docente recebe uma nota que norteará, por exemplo, a incidência de um aumento salarial ou, em alguns casos, até mesmo na realização de um plano de reaprendizado, em que o professor passa por uma espécie de reciclagem para desenvolver suas habilidades. Em último caso, resultados negativos podem resultar na demissão de um docente.

Qual sua opinião sobre a avaliação de professores? Que contribuição você daria para o projeto de lei que tramita no Congresso Nacional sobre a adoção de um sistema nacional para avaliar os docentes brasileiros?
Comente aqui embaixo!

FONTE:http://starlinetecnologia.com.br/blog/como-funciona-a-avaliacao-de-professores-ao-redor-do-mundo/

SOLIDARIEDADE NA MAÇONARIA

  SOLIDARIEDADE NA MAÇONARIA Ednardo Sousa Bezerra Júnior.´. “É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao n...