sexta-feira, 21 de abril de 2017

Segundo Charles Chaplin a vida deveria ser ao contrário. Você concorda?


A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. 
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. 
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.  Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade. Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! 
Não seria perfeito?
Charles Chaplin: 

A metodologia do aprender




Os métodos de ensino não são um fim, mas um meio pelo qual o professor logra alcançar os objetivos estabelecidos. O método, entretanto, por mais eficiente que possa parecer, não é mais importante do que o aluno. Ele deve ser empregado levando-se em consideração os paradigmas socioculturais e educacionais, os objetivos de ensino, a natureza do conteúdo, o nível do aluno, a natureza da aprendizagem, a realidade sociocultural do aluno, da escola e da comunidade em que estão adaptados. No uso dos métodos de ensino é indispensável que o professor conheça satisfatoriamente os conceitos teóricos que sustentam a metodologia empregada. Portanto, o melhor método de ensino sempre estará relacionado a esses conceitos e ao seu contexto fundante, bem como à relação dialética-dialógica entre o professor e o aluno.


quinta-feira, 13 de abril de 2017

Voto de cabresto em nova roupagem




Em um passado nem tão remoto em épocas eleitorais de nosso Brasil via-se a figura lamentável dos coronéis, fazendeiros de grande poder econômico que utilizavam sua força e poder para coagir o eleitorado a votar em determinado candidato. Capangas usavam e abusavam da violência e tratavam de garantir que ninguém fraudaria a vontade dos poderosos. Esta prática recebia a alcunha de voto de cabresto. No entanto, é inegável que a evolução das idéias humanas quebrou inúmeros absurdos do passado, mas como todo processo evolutivo é lento e responde à moralização dos cidadãos, o voto de cabresto ainda existe, embora em outra roupagem, mais light, sem violência física e sem capangas por perto.
O voto de cabresto hoje se faz de maneira psicológica, atuando junto às necessidades do eleitor. Um bolsa isso, um auxílio aquilo, uma cesta básica, uma promessa... Olha, não vote em tal candidato, o benefício poderá ser cortado. Pense bem antes de votar, o candidato do partido A é da oposição, deixe-o de lado, senão...
Sim, não há mais o coroné, mas há o engravatado que semeia o medo, a desesperança e limita o raciocínio do cidadão. Desapareceu o capanga, mas surgiu o cabo eleitoral participando ativamente da campanha, abraçando os necessitados, visitando lares menos abastados, acariciando crianças, mostrando-se a imagem e figura da simpatia; uma simpatia de fachada que conquista as carentes mães da periferia. O cabresto hoje é feito de promessas vazias e evasivas, sem compromisso com a sinceridade e sem qualquer envolvimento com o bem coletivo. Um cabresto que não desfere pontapés, mas alimenta a ignorância. Um cabresto que uiva silencioso e pisoteia nas agruras humanas. 
Quando será que desaparecerá o cabresto? Difícil saber, porquanto o cidadão comum também atua no seio da sociedade alimentando essa nefasta tendência de manipulação do poder. É o empresário que pensa somente em seus lucros esquecendo-se dos funcionários. São os funcionários que lesam a empresa "enrolando" no serviço passando minutos ou horas a fio envolvidos com as maravilhas da internet. São as pessoas que agem como se o mundo fosse dos espertos desrespeitando os mais elementares direitos do semelhante. Em realidade o cabresto começa aqui embaixo, em nós mesmos. Os governantes apenas manifestam as tendências de nossa sociedade. Se somos desonestos, eles também serão. Por isso o cabresto começa no fura fila, no troco a mais não devolvido, no produto comercializado acima do preço justo. "Veja que pechincha!!! Está barato!!!! Aproveite! E há vendedores orgulhosos com seu desempenho, gabando-se: "Fiz ótimo negócio, empurrei por alto preço esta mercadoria encalhada há anos". 
Sim, é o cabresto manifestando-se por intermédio do verbo, enganando, ferindo direitos, prejudicando o outro...
Um cabresto bem vestido, um cabresto de terno e gravata, sorridente e simpático. Ah, os coronéis não se foram, o cabresto não se foi, é uma ilusão considerar grandes guinadas na sociedade sem a evolução moral do cidadão. Ou melhoramos como pessoas coibindo más inclinações ou o voto de cabresto permanecerá por muitas e muitas eleições.
Pensemos nisso.

Wellington Balbo                       
Publicação: www.paralerepensar.com.br  24/09/2008



FONTE:http://www.paralerepensar.com.br/wellingtonbalbo_votodecabresto.htm

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Personalidades históricas de Itapipoca


CAFITA
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Por Ednardo Sousa Bezerra Júnior .´.

Nascido em 8 de maio de 1926, em Itapipoca, Manoel Alves de Freitas, "Cafita", ganhou este apelido ainda na infância. Dizia não saber bem o porquê. Filho de João Alves Ferreira Lima, seleiro, e de dona Maria Alves Freitas, rendeira.
De família pobre, conheceu as dificuldades da vida logo na infância. Aos nove anos viu seu  pai abandonar a mãe e seus oitos irmãos, que para sustentar os filhos, começou a fazer bolos, cocadas e puchadas, e os filhos vendiam nas ruas de Itapipoca no horário do contra turno escolar.
Por volta de 1957, após seu irmão mais velho, que era vendedor de passagens, passar em um concurso público, Cafita, deixou o oficio de vendedor de quitutes e passou a trabalhar na empresa que seu irmão prestava serviço, a Auto Viação Horizonte, companhia em que ele trabalhou até o fim de sua vida terrena.
Enquanto vendia passagem, virou dono do Cine Itapipoca, em 1962, também instalou alto-falantes a cima do ponto comercial  no centro de Itapipoca lucalizado na frente da Praça Getúlio Vargas que desde de 2016 foi renomeada de Praça Cafita. A partir deste momento inaugura uma nova fase de sua história de vida, a irradiadora passava a fazer parte do dia a dia da população de Itapipoca, tornando-se o comunicador mais popular de nossa cidade.
Na década de 1960, a cidade de Itapipoca era acordada com os seus alto-falantes, dirigindo o seu cordial bom dia, a fim de saudar os passageiros que chegavam e aqueles que partiam, no “avião da horizonte”, ressaltando também que não esquecia de parabenizar os aniversariantes do dia. Foi à voz da cidade. Não se pode dizer que competiu com as emissoras de rádio, porque atuou num nicho muito especial, o do afeto a memória.
Recebeu convites do senhor José Ivo Magalhães a fazer parte do quadro de locutores da Rádio Uirapuru de Itapipoca, emissora que se interiorizava, no entanto, Cafita preferia o microfone de sua irradiadora. Lá ele era o dono e trabalhava das 6:00 (seis) da manhã até às 20:00 (vinte) da noite.
Em sua irradiadora também prestava importantes serviços à comunidade, dentre eles, anúncio de perca de documentos e achados, pois quando alguém encontrava algo que não lhe pertencia deixava na agencia para ser divulgado  afim de ser encontrado o dono.
Segundo o relato de sua filha Jacksilene Freitas, em depoimento concedido aos colaboradores do Blog Museu Virtual de Itapipoca, as funções do senhor Cafita iriam muito além de simples anúncios, pois se utilizava desses momentos para pedir ajuda para os menos favorecidos, pedindo a doação de remédios e outras necessidade básicas para cidadãos que o procuravam, este espírito de caridade lhe rendeu um outro apelido “Pai dos pobres”.
Teve ainda participação intensa na vida sócio-cultural, esportiva e econômica de Itapipoca, chegando a ser rei momo e porta-bandeira da escola de samba tesoura, também como desportista, torcedor do Ceará do Itapipoca Futebol Clube.   
Casado com Dona Maria Rodrigues de Freitas, que nasceu em 1926, mesmo ano de nascimento do Cafita, juntos tiveram 14 (quatorze) filhos, em 2001 (dois mil e um) ficou viúvo.
Foi escolhido pelos seus conterrâneos como, “Itapipoquense do Século”, uma versão local de um concurso promovido nacionalmente pela Rede Globo, confirmando assim a sua popularidade e gratidão por parte da população de Itapipoca.
Faleceu no dia 06(seis) de novembro de 2006 (dois mil e seis).  Estima-se que pelo menos 10 (dez) mil pessoas participaram do velório, em respeito, o comercio do centro da cidade fechou as portas em homenagem a este ilustre filho de Itapipoca.   

Depoimento da Professora Jacksilene de Freitas filha do senhor Cafita;


FONTE:
http://museuvirtualdeitapipoca.blogspot.com.br/
Jornal o regional – agosto/2015 – ano XV – nº 220 p.62
Jornal o Centenario – maio/2015 – ano I – nº 3 p.10
Jornal o povo – Gilmar de Carvalho

quinta-feira, 30 de março de 2017

A Verdadeira História sobre a Bandeira do Brasil


Aquela história que a gente aprendeu na escola de que a estrelinha que tem em cima do nome ordem e progresso é a do DF, e que as cores da bandeira representa o verde das matas, o ouro e céu do Brasil é maior furada.
Aqui vai a verdadeira história e seus significados:
A Bandeira do Brasil foi adotada pelo decreto no 4 de 19 de novembro de 1889. Este decreto foi preparado por Benjamin Constant, membro do Governo Provisório
Quem foram os responsáveis pela sua criação:
A idéia da nova Bandeira do Brasil deve-se ao professor Raimundo Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Com ele colaboraram o Dr. Miguel Lemos e o professor Manuel Pereira Reis, catedrático de astronomia da Escola Politécnica. O desenho foi executado pelo pintor Décio Vilares.
As cores:
 As cores verde e amarelo estão associadas à casa real de Bragança, da qual fazia parte o imperador D. Pedro I, e à casa real dos Habsburg, à qual pertencia a imperatriz D. Leopoldina
Círculo interno azul:
Corresponde a uma imagem da esfera celeste, inclinada segundo a latitude da cidade do Rio de Janeiro às 12 horas siderais (8 horas e 30 minutos) do dia 15 de novembro de 1889.
As estrelas:
Cada estrela representa um estado da federação;
Todas as estrelas têm 5 pontas;
As estrelas não têm o mesmo tamanho;
Elas aparecem em 5 (cinco) dimensões: de primeira, segunda, terceira, quarta e quinta grandezas. Estas dimensões não correspondem diretamente às magnitudes astronômicas mas estão relacionadas com elas. Quanto maior a magnitude da estrela maior é o seu tamanho na Bandeira.
A faixa branca:
Embora alguns digam que esta faixa representa a eclíptica, ou o equador celeste ou o zodíaco, na verdade a faixa branca da nossa bandeira é apenas um lugar para a inscrição do lema "Ordem e Progresso". Ela não tem qualquer relação com definições astronômicas.
O lema:
Ordem e progresso: 


É atribuído ao filósofo positivista francês Augusto Comte, que tinha vários seguidores no Brasil, entre eles o professor 
Teixeira Mendes.


Fonte:http://www.ed13demaio.com.br/curiosidades/historia/253-a-verdadeira-historia-sobre-a-bandeira-do-brasil

sexta-feira, 24 de março de 2017

Francisco de Meneses Pimentel:O único negro a assumir o comando do estado do Ceará

Francisco de Meneses Pimentel 

Iniciou sua carreira pública como deputado estadual do Ceará na legislatura de 1928 a 1932. Depois foi eleito governador, exercendo o cargo entre 1935 e 1937, continuando como interventor nos períodos de 1937 a 1945 e 1946 a 1950. Neste último ano foi eleito deputado federal, sendo reeleito para o mandato seguinte até 1958. Em 1959 se elege senador, ficando no cargo até 1971.
No ano de 1935 foram realizada eleições eleições para governador, sendo eleito Meneses Pimentel, o único até hoje a assumir o comando do do estado do Ceará. Era um politico conservador, ligado aos homens mais ricos do Ceará  e a um partido criado pelaigreja para orientar o voto dos fieis, a denominada Liga Eleitoral Catolica(LEC).
Foi ministro da Justiça e Negócios Interiores no governo Nereu Ramos, de 11 de novembro de 1955 a 31 de janeiro de 1956.
A Biblioteca Pública do Ceará foi batizada com seu nome em 1978 pelo governador Waldemar Alcântara.

FONTE:https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Meneses_Pimentel

25 de Março – Feriado Data Magna no Ceará

O feriado foi instituído pela Emenda Constitucional de autoria do Deputado Lula Morais e aprovado pela Assembleia Legislativa em 1º de dezembro de 2011, sendo promulgada e publicada no Diário Oficial do Estado do Ceará em 06 de dezembro de 2011.
O estado do Ceará foi a primeira província do Brasil a abolir a escravidão. O fato ocorreu em 25 de março de 1884 na Vila do Acarape, hoje, atual município de Redenção que fica à 55 Km distantes de Fortaleza – capital do estado.
Já o Brasil, foi um dos últimos países do mundo a abolir a escravidão e isso aconteceu em 13 de maio de 1888 quando a Rainha Isabel assinou a famosa Lei Áurea.
Naquela época os argumentos anti-abolicionistas eram de que a economia da colônia não sobreviveria sem a mão-de-obra escrava para o trabalho braçal. Entretanto, países como a Inglaterra e os EUA que aboliram a escravidão e passaram a utilizar o trabalho assalariado já em 1833 e 1865, respectivamente, estavam provando exatamente o contrário. Além do quê, começaram a exercer enormes pressões sobre países do mundo todo para que também abolissem a escravidão.
Em 1850 foi aprovada a “Lei Eusébio de Queiroz” que proíbe o comércio de escravos para o Brasil. Em 1854, a “Lei Nabuco de Araújo” prevê sanções para as autoridades que encobrirem o contrabando e naquele mesmo ano os portugueses decretam a liberdade de todos os escravos em seu território (até eles foram mais rápidos que nós!).
Em 1871 foi aprovada a “Lei do Ventre Livre” segundo a qual todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data são livres, porém, (tinha que ter um “porém”) ficam sob a tutela dos senhores até completar 21 anos.
Em 1880 Joaquim Nabuco, deputado pernambucano, cria um projeto de lei que prevê a abolição da escravidão com indenização até 1890 e, no mesmo ano, funda o jornal “O Abolicionista” que é publicado pela primeira vez em 1833.
Em 1884 a escravidão é abolida no Ceará, em Porto Alegre e no Amazonas. Em 1885 e criada a “Lei dos Sexagenários” ou “Lei Saraiva-Cotegipe” que concedia a liberdade aos escravos de mais de sessenta e cinco anos de idade.
Por fim, em 1888 foi assinada a tão esperada Lei Áurea, que pôs fim ao sofrimento de centenas de seres humanos e coroou de êxito a luta de diversos heróis como os que habitaram o Quilombo dos Palmares de 1630 a 1695, ou os escravos que se rebelaram na Bahia em 1809 e 1810, ou os cearenses do quilombo de Catucá em 1817, seus conterrâneos em 1854, novamente os baianos em 1857 e as diversas associações, fundações e sociedades que visavam emancipar o maior número possível de escravos com recursos próprios.
DATA MAGNA
No Brasil, desde a criação da Equipe Especial Móvel de Fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego em 1995 até julho de 2006, foram libertos 19,7 mil trabalhadores submetidos a condições análogas a de escravos. Em 2007 houve um recorde: foram resgatados 5.877 trabalhadores. Mas, infelizmente, não é só no Brasil que isso ainda acontece.
Em 2005 foi divulgado um relatório pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), “Uma Aliança Global Contra o Trabalho Escravo”, que revelava haver mais de 12 milhões de pessoas no mundo em condições de trabalho escravo e, cerca de 40% a 50% eram crianças.
A verdade é que existe um lei que proíbe a escravidão. Porém, muitas outras questões são friamente descumpridas.
Existe hoje um feriado que comemora a abolição. Mas ainda nos falta um tanto de reflexão sobre o assunto…
Fonte de pesquisa:
http://www.infoescola.com/historia/fim-da-escravidao-no-brasil/
http://diariovirtualdeleitura.blogspot.com.br/2013/03/data-magna-do-ceara.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Magna_Carta
Lei Feriado Data Magna Ceará 061211

As paredes são só um detalhe: o verdadeiro investimento está nas pessoas

Profesoor Ednardo Sousa Bezerra Júnior Vivemos um tempo em que muito se fala sobre inovação, tecnologia, inteligência artificial, estrutur...