sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Modo de produção

Modo de produção em economia, é a forma de organização socioeconômica associada à uma determinada etapa de desenvolvimento das forças produtivas e das relações de produção. Reúne as características dotrabalho preconizado, seja ele artesanalmanufaturado ou industrial. São constituídos pelo objeto sobre o qual se trabalha e por todos os meios de trabalho necessários à produção (instrumentos ou ferramentasmáquinas, oficinas, fábricas, etc.) 
Existem 6 modos deprodução: Primitivo, Asiático, Escravista, Feudal, Capitalista,Comunista.
Um sistema egronômico é definido pelo modo de produção no qual se baseia. O modo de produção atual é aquele que se baseia na economia do país.

Características

Os modos de produção são formados pelo conjunto das forças produtivas e pelo conjunto das relações de produção, na sua interação, num certo estádio de desenvolvimento. Simultaneamente designam as condições técnicas e sociais que constituem a estrutura dum processo historicamente determinado. Os homens ao produzirem bens materiais criam, com isso mesmo, um regime para a sua vida. O modo de produção é uma forma determinada da atividade vital dos indivíduos, um determinado modo de vida.

Podem-se distinguir alguns tipos historicamente mais significativos de modos de produção: um, destinado à satisfação directa das necessidades dos produtores; um segundo, destinado a manter uma classe dominante através da entrega regular de tributos e de trabalho compulsivo; outro, baseado na produção de mercadorias; e, finalmente, um outro assente na lógica da obtenção do máximo lucro. Uma das particularidades dos modos de produção consiste na sua transformação permanente, sendo de salientar que o seu desenvolvimento e alteração determinam a modificação do regime social no seu conjunto.
A evolução dos modos de produção explica-se pelo facto do desenvolvimento das forças produtivas levar, a certa altura, a uma contradição com as relações sociais de produção, de tal forma que estas se revelam como um obstáculo ao pleno desenvolvimento daquelas. Estes fenómenos não existem desunidos, são partes integrantes do processo produtivo e podem ser considerados como uma mudança estrutural da economia.
A fase de formação dum novo modo de produção constituí um período muito agitado e de excepcional importância na vida concreta das sociedades. Os modos de produção existentes enfrentam cada vez maiores dificuldades em manter a estrutura económica em que se baseiam, tentam reorganizar-se e resistir à influência dos novos modos de produção, por vezes através de formas perturbadoras ou até violentas. Surgem realidades diferentes com novas formas de apropriação dos meios de produção, alteração dos modelos redistributivos ou de relações de trabalho, mudanças na composição das classes ou grupos sociais.
Quando o novo modo de produção assume um papel preponderante numa determinada sociedade, é acompanhado pelo declínio dos existentes, embora estes continuem a subsistir em espaços económicos onde ainda não surgiram as condições económicas e sociais que originaram a mudança. Os traços e as propriedades dos modos de produção manifestam-se de maneira diferente nas várias regiões. O modo de produção dominante assume a determinação dos processos, das relações e das instituições fundamentais.
O reconhecimento da forma específica de cada modo de produção implica a recolha e análise dos dados que os distinguem. Entre outros factores, é indispensável observar: o nível de desenvolvimento das forças produtivas, com relevância para a formação dos trabalhadores, os instrumentos e as técnicas adoptadas; o tipo de relações existentes entre os membros da sociedade e o papel de cada classe social no processo produtivo; a propriedade dos meios de produção e os direitos de cada grupo social ou classe sobre esses meios; o objectivo da actividade económica, conforme se destina a satisfazer as necessidades e interesses dos produtores, dos mercadores ou dos não produtores, mas que se apropriam dos excedentes; a ordem de grandeza, a forma, a utilização e a apropriação do produto do processo de trabalho entre os membros da sociedade; a forma como está assegurada a reprodução social.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

A origem do Dia dos Pais

Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia. 
Em outros países
Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.
Na Itália, Espanha Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.
Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.
Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.
Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.
Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.
Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.
Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.
África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.
Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva). 
Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !

Texto compilado das seguintes fontes

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
Sites:
http://www.pratofeito.com.br/pages.php?recid=2315
http://www.virtual.epm.br/uati/corpo/dia_pais.htm
http://educaterra.terra.com.br/almanaque/datas/pai.htm

História de Palmares ganha nova cronologia com análise de fontes originai

Por Frances Jones

Agência FAPESP – Em 1678, o então rei dos Palmares firmou um acordo de paz com o governador de Pernambuco, a autoridade máxima sobre um território que englobava os atuais estados da Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, além de Pernambucano.
A negociação durou alguns meses e envolveu intérpretes, envio de embaixadas, presentes e libertação de prisioneiros. De um lado, Ganazumba (ou Gangazumba), tio de Zumbi, séculos depois apontado como símbolo da resistência contra a escravidão; de outro, dom Pedro de Almeida, governador prestes a voltar para Portugal.
Até agora pouco estudado e comentado pela historiografia, o episódio vem ganhando contornos mais definidos sob a luz de documentos originais, boa parte deles inéditos. O material, manuscrito, inclui cartas, despachos de conselheiros do regente português, crônicas e até rascunhos encontrados em Portugal pela historiadora Silvia Hunold Lara, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em pesquisa realizada no âmbito do Projeto Temático“Trabalhadores no Brasil: identidades, direitos e política (séculos XVII a XX)”.
A documentação tem permitido que Lara e outros historiadores tracem uma nova cronologia sobre Palmares. “Em geral, a historiografia periodizou a história palmarina a partir das guerras feitas contra eles. Procuro me concentrar na formação dos mocambos [os assentamentos de fugitivos] e entender como eles se organizavam em termos políticos e militares”, disse Lara àAgência FAPESP.
“A década de 1670 é importante porque marca o reconhecimento por parte das autoridades portuguesas e coloniais desse sobado (estado africano) em Palmares. Os termos do acordo negociado em 1678 constituem a maior evidência disso”, disse a historiadora.
Em seus estudos, Lara retoma teses de uma vertente da historiografia que dá ênfase às raízes africanas de Palmares, na qual se incluem os brasileiros Nina Rodrigues (1862-1906) e Edison Carneiro (1912-1972) e os norte-americanos Raymond Kent (1929-2008), Stuart B. Schwartz e John Thornton.
De acordo com Lara, um documento-chave para entender Palmares é uma crônica anônima, com data atribuída a 1678, escrita logo depois do acordo de paz selado entre Ganazumba e o governo de Pernambuco, quando d. Pedro de Almeida volta a Portugal e vai mostrar seus feitos às autoridades portuguesas.
“É uma crônica extensa, que faz uma história de Palmares, desde o seu início até 1678. Dá nome aos mocambos, descreve as relações entre os chefes militares e os chefes dos mocambos, conta as expedições feitas e equipara a uma conquista militar a vitória [parcial] obtida em 1677 por uma expedição que destrói os mocambos e está na origem do acordo de paz”, disse.
O grande ponto, segundo a professora titular do Departamento de História da Unicamp, é que essa crônica sempre havia sido lida pelos estudiosos a partir de uma publicação na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro de 1859 – feita quase 200 anos após ser redigida.
“As pessoas não viram o original, que estava perdido nos arquivos. Quando você olha o original, pode ver que houve transcrições incorretas”, disse Lara. Um bom exemplo é o dos nomes das lideranças palmarinas e dos principais mocambos ali descritos – com diferenças em relação aos consagrados pela historiografia.
“A maior parte de quem lidou com Palmares trabalhou com uma documentação impressa. E quem transcreveu e publicou fez uma seleção. Ao ir às fontes e aos arquivos, localizei uma quantidade muito grande de fontes ao redor desses documentos transcritos, muitas nunca publicadas”, disse.
Os achados estavam no Arquivo Histórico Ultramarino e no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, e na biblioteca pública da cidade de Évora, interior de Portugal.
Saindo da trilha dos Imbangala
Lara também parte de um trabalho publicado em 2007 por Thornton e pela historiadora Linda Heywood, da Boston University, nos Estados Unidos, sobre a história das guerras na África Central para estudar quem eram os africanos escravizados e trazidos para o Brasil que fugiram e acabaram se organizando em agrupamentos em vários pontos de uma extensa região nordestina ao norte do Rio São Francisco, caracterizada por matas de palmeiras.
“Hoje conseguimos saber com um pouco mais de precisão quem eram as pessoas trazidas para cá: muito provavelmente eram falantes de kimbundu, língua africana da região do então reino de Ndongo, que ocupava o que hoje é uma região de Angola”, disse.
Dos vários assentamentos de fugitivos – todos conhecidos nessa época como palmares –, um deles em especial se consolidou durante o período da ocupação holandesa (entre 1630 e 1654), formando uma rede de mocambos que se tornou conhecida depois como Palmares. Nove mocambos chegaram a abrigar no total cerca de 11 mil habitantes, de acordo com algumas fontes.
“Todo mundo diz quilombo dos palmares, mas a palavra ‘quilombo’ é empregada deslocadamente nesse contexto e é anacrônica para designar Palmares. A palavra empregada naquele período para designar ‘assentamentos de fugitivos’ é mocambo”, afirmou Lara.
Segundo a historiadora, “kilombo” é uma palavra africana que significa “acampamento de guerra”, usada pelos grupos nômades guerreiros Imbangala, da África Central. Historiadores como o norte-americano Stuart Schwartz, da Yale University, consideraram que a formação dos quilombos nas Américas estava relacionada a esses acampamentos guerreiros – daí a origem do termo.
“Mas acho que essa não é uma matriz da formação dos assentamentos dos fugitivos no Brasil. Os kilombos Imbangala tinham rituais específicos, com morte de crianças, serragem de dentes e canibalismo. Como eram nômades, não tinham uma ligação territorial nem as linhagens que davam a legitimidade do poder, diferentemente do que ocorreu nos mocambos do interior de Pernambuco, onde se formou um reino linhageiro”, disse Lara.
Os mocambos se organizavam segundo uma gramática política centro-africana, explicou a pesquisadora. Como nos sobados centro-africanos (os potentados locais da África), os chefes políticos dos mocambos do Nordeste mantinham relações de parentesco entre si e todos estavam subordinados a Ganazumba, conhecido como rei dos Palmares. “Esse sobado que se formou no interior de Pernambuco foi reconhecido pelas autoridades coloniais como um poder político independente, com o qual se podia negociar”, disse.
Mudança para Cucaú
A pesquisadora conta que a ideia de as autoridades coloniais fazerem acordos com fugitivos sempre existiu – e não apenas no Brasil. O de 1678, porém, foi o que mais progrediu. Boa parte dos habitantes dos mocambos de Palmares mudou-se para uma aldeia criada especialmente para recebê-los, Cucaú, e eles foram considerados livres.
A paz, no entanto, não durou mais do que dois anos. Uma parte dos mocambos, liderada por Zumbi, rejeitou o acordo e ficou em Palmares. Seguidores de Ganazumba, como seu irmão Ganazona, participaram de buscas para trazer os que haviam permanecido no mato. Ganazumba termina assassinado e Cucaú, destruída, provavelmente por tropas coloniais. As pessoas que moravam lá voltaram à condição de escravos.
“A história contada até hoje sobre Palmares é uma história militante e toda ela converge para o enaltecimento da figura de Zumbi como a grande liderança que jamais se curvou e resistiu à escravidão até ser morto em 1695; as pessoas reiteram e usaram a mesma documentação para dizer mais ou menos a mesma coisa”, ressaltou Lara. “Essa história passa muito rápido pelo acordo de paz. Tão rápido que os termos do acordo nunca foram publicados nas coletâneas de documentos feitas sobre Palmares.”
Interessada em discutir as formas de dominação nesse período e o modo como africanos e indígenas lidaram com o domínio colonial, Lara recupera de todas as formas o acordo. “A história de Palmares, da maneira como a estamos estudando, ajuda a entender como a dominação colonial foi enfrentada e modificada pela ação dos índios e dos africanos na África e no Brasil.”
Com o auxílio do Projeto Temático FAPESP, Lara e sua equipe montaram uma base de dados sobre Palmares, organizada de forma a ser disponibilizada para consulta pública on-line. Cerca de 2 mil documentos foram digitalizados e aos poucos estão sendo transcritos. “Espero que, dentro de dois anos, tudo esteja aberto para o público”, disse.
Diversos bolsistas também produziram trabalhos relacionados à produção da base de dados. Um deles foi a monografia de graduação "Guerras contra Palmares: um estudo das expedições realizadas entre 1654 e 1695", de Laura Peraza Mendes, que ganhou prêmio de melhor monografia de graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp em 2011.
Mendes defenderá sua dissertação de mestrado, que contou com Bolsa FAPESP (www.bv.fapesp.br/pt/bolsas/127403/as-expedicoes-contra-os-mocambos-de-palmares-e-os-dilemas-do-governo-colonial-em-pernambuco-1654-169), em agosto de 2013.
Lara agora trabalha para transformar em livro a tese  “Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação”, com a qual se tornou professora titular. 

domingo, 4 de agosto de 2013

DICA DE FILME

"O menino do pijama listrado" (2008) Direção de Mark Herman



              A trama se passa quase toda em um campo de concentração nazista, durante a Segunda Guerra Mundial. Na opinião do professor Cesar, é um filme muito interessante porque mostra os horrores do holocausto a partir da amizade entre uma criança judia e outra alemã.

sábado, 3 de agosto de 2013

MAÇOM MATA?


MAÇOM MATA?

“Esta semana fui procurado por um jornal institucional. visando descobrir “os segredos” e se realmente o demônio faz parte da Maçonaria. veio a pergunta final: - É verdade que o Maçom mata?

Respirei fundo e respondi:

- SIM, É VERDADE, O LEGÍTIMO MAÇOM MATA!

Vocês precisavam ver o brilho nos olhos e o movimento de acomodação nas cadeiras dos interlocutores. Continuei:

- O Maçom Alexander Fleming ao descobrir a penicilina matou e ainda mata milhões de bactérias, mas permite a vida continue para muitos seres humanos.

- O Maçom Charles Chaplin com a poderosa arma da interpretação e sem ser ouvido, matou tanta tristeza, fez e ainda faz nascer o sorriso da criança ao idoso.

- O Maçom Henri Dunant ao fundar a Cruz Vermelha matou muita dor e abandono nos campos de guerra.

- O Maçom Wolfgang Amadeus Mozart em suas mais de 600 obras louvou a vida.

- O Maçom Antonio Bento foi um grande abolicionista que junto com outros maçons, além da liberdade, permitiram a continuidade da vida a muitos escravos.

- O Padre Feijó, o Frade Carmelita Arruda Câmara e o Bispo Azeredo Coutinho, embasados nas Sagradas Escrituras e como legítimos maçons, desenvolveram o trabalho sério de evangelização e quem sabe assim mataram muitos demônios.

- O Maçom Baden Powell ao fundar o Escotismo pregava a morte da deslealdade, da irresponsabilidade e do desrespeito.

- O Maçom Billy Graham foi o maior pregador Batista norte-americano e com seu trabalho matou muita aflição e desespero.

- O legítimo Maçom não é o homem que entrou para a Maçonaria, mas aquele que a Maçonaria entrou dentro dele.

- Houve e há Maçons em todos os seguimentos da sociedade e todos com o mesmo propósito; fazer nascer uma nova sociedade, mais justa e perfeita, lógico sem esquecer que o MAÇOM MATA, principalmente o preconceito.”

TEXTO do Pod.'. Ir.'. DOMINGOS DA PAZ .'.
VIA ÁUREA CAMPOPIANO.'

Expectativa de vida tem aumento de 13,44 anos


Estado foi o 5º do País com o maior crescimento, conforme pesquisa divulgada ontem pelo IBGE
A expectativa de vida do cearense cresceu 13,44 anos entre 1980 e 2010. O crescimento entre as mulheres ficou em 14,38 anos, enquanto entre os homens a elevação atingiu 12,48 anos. No mesmo período, na comparação com o restante do Brasil, o Ceará foi o 5º estado que apresentou maior aumento, perdendo para Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

O avanço no Estado do Ceará segue a tendência registrada na região Nordeste, que teve um crescimento de 12,95 anos nesse mesmo período

Os dados são da pesquisa Tábuas de Mortalidade 2010 - Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, divulgada, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 1980, o cearense tinha uma das taxas mais baixas do País (58,96 anos). No período de 30 anos, houve a elevação e, em 2010, atingiu 72,40 anos. De acordo com o IBGE, o crescimento foi decorrente, principalmente, do aumento de 14,38 anos na expectativa de vida das mulheres, que passou de 62,02 anos em 1980 para 76,40, em 2010.

O avanço no Ceará segue a tendência registrada no Nordeste, que teve um crescimento de 12,95 anos nesse mesmo período. O aumento da expectativa de vida do cearense ainda foi maior do que a média brasileira, de 11,24 anos.

A pesquisa mostra também que a maior esperança de vida ocorre em Santa Catarina (76,8 anos), Distrito Federal (76,2 anos), São Paulo (76 anos), Rio Grande do Sul (75,9 anos) e Espírito Santo (75,6 anos).

Segundo o gerente de Componentes de Dinâmica Demográfica do IBGE, Fernando Albuquerque, o Nordeste representava, em 1980, a região com menor índice de expectativa de vida. Para ele, aplicação mais eficaz de programas sociais e de projetos de distribuição de renda favoreceram o crescimento da taxa da região.

"Todos os programas geraram impacto positivo na região: houve aumento na qualidade de atendimento de pré-natal, transferência de renda propiciada pelo Bolsa Família e melhor instrução. O Programa Saúde da Família não atinge só a mortalidade inicial, mas todas as faixas de idade. São programas importantes que representam forte impacto na redução da mortalidade. Há um aumento maior da expectativa de vida no Nordeste", explicou Albuquerque. Na análise por Estados, os piores resultados apresentados ocorrem no Maranhão (68,7 anos), Alagoas (69,2 anos), Piauí (69,8 anos), Roraima (69,9 anos) e Rondônia (70,3 anos).

"São regiões com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), onde o acesso à saúde é mais complexo. São Estados que precisam mais urgentemente de investimentos em saúde pública", afirma Albuquerque. Outro problema, cita o gerente, é a baixa escolaridade.

Resultados

Apesar do aumento da expectativa de vida, o Nordeste tem um dos piores resultados entre as regiões do País (71,2 anos em 2010), atrás apenas da Norte (70,8 anos). No Brasil, a expectativa de vida passou de 62,5 anos, em 1980, para 73,8 anos em 2010 - acréscimo de 11 anos, dois meses e 27 dias no período.

Outra modificação importante se deu no cálculo da esperança de vida aos 60 anos. Em 1980, quem atingisse essa idade no País poderia esperar viver mais 16 anos, quatro meses e seis dias; em 2010, essa sobrevida se alargara para 21 anos, sete meses e seis dias, mais quatro anos, oito meses e 15 dias.

A sobremortalidade masculina em relação à feminina (probabilidade de um homem morrer em relação a uma mulher) continuou marcante em 2010, tendo aumentado em relação ao ano de 1980.

"Atinge o máximo no grupo de 20 a 24 anos, onde a probabilidade de um homem de 20 anos não atingir os 25 anos é 4,4 vezes, maior do que esta mesma probabilidade para a população feminina", analisa o estudo.

*Com informações da Redação Web do Diário do Nordeste
Mortalidade infantil diminui 76,68%
A taxa de mortalidade infantil no Ceará apresentou uma queda de 76,68% na faixa etária que compreende os recém-nascidos até um ano de idade. Em 1980, foram 111,15 mortes para cada 1.000 nascidos vivos, enquanto em 2010, os dados somam 19,7 óbitos neste mesmo universo de habitantes. Essa é a conclusão da pesquisa Tábuas de Mortalidade 2010 - Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa do IBGE divulgada ontem, a redução da taxa indica que, para cada 1.000 bebês nascidos vivos, 91,8 deixaram de morrer no Ceará

Em 1980, o Ceará (11,15%) era o terceiro do Estado do Brasil com o maior índice de taxa de mortalidade, perdendo apenas para Paraíba, com 11,71%. Com a redução do número, a situação se inverteu, e o Estado (1,97%) passou a ocupar novamente a segunda colocação, mas no ranking de menor taxa de mortalidade infantil da região, ficando atrás apenas de Pernambuco, com 1,85%.

Regionalmente, o Ceará ficou à frente do Rio Grande do Norte (2,06%), Sergipe (2,26%), Paraíba (2,29%) e Bahia (2,31%), enquanto Alagoas figurou com o pior resultado (3,02%). A média do Brasil é 1,67%. No panorama nacional, a menor taxa foi registrada em Santa Catarina (0,92%), seguido do Rio Grande do Sul (0,99%) e Paraná (1,08%).

Crianças

Conforme a pesquisa, a redução da taxa nas últimas três décadas indica que 91,8 bebês - para cada 1.000 nascidos vivos - com até um ano de idade deixaram de morrer no Ceará.

O IBGE atribui o declínio na taxa a diversos fatores, como o aumento o aumento da escolaridade feminina, a elevação do percentual de domicílios com saneamento básico adequado, a diminuição da desnutrição infanto-juvenil e um maior acesso aos serviços de saúde, proporcionando uma relativa melhoria na qualidade do atendimento pré-natal e durante os primeiros anos de vida dos nascidos vivos.

Nacionalmente, conforme os dados apresentados pela pesquisa, a taxa de mortalidade caiu de 6,91% em 1980, para 1,67% em 2010. A pesquisa ainda revela que, na região Nordeste, para cada mil crianças nascidas em 1980, 120 não completariam o quinto ano de vida. Já em 2010, apenas 26 não chegariam aos cinco anos.



sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Energia renovável

PARQUE EÓLICO

Usina oferecerá energia limpa e renda para Salitre


Salitre. Este município poderá ser beneficiado com a instalação de uma usina eólica com a geração de cerca de mil postos de trabalho. Há mais de dois anos, o projeto vem sendo estudado por técnicos, e um dos grandes ganhos é principalmente no aspecto social, por a cidade ter a sua maior vocação econômica plantio e processamento da mandioca,em crise, em virtude dos quadros de estiagem. Salitre conta atualmente com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Estado do Ceará e a escassez de água para abastecimento de água na cidade, para consumo humano, é um dos grandes problemas enfrentados pela população.

A falta de água é um dos principais problemas por que passa a cidade, que pontua com o pior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal(IDH) do Estado. A expectativa é de que as eólicas tragam desenvolvimento FOTO: ELIZÂNGELA SANTOS

O coordenador da Fundação Maria Antonia Rosa Ribeiro, Agenor Manoel Ribeiro, disse que a empresa a se responsabilizar pela instalação da usina é a Casa dos Ventos. O projeto, inclui também a extensão dessa usina para outras cidades do Piauí, já que a cidade cearense faz fronteira com o Estado.

De acordo com o coordenador, a instalação da usina eólica pela empresa iria atender, não apenas ao município, mas toda a região da Chapada do Araripe, além de beneficiar outros estados circunvizinhos. Com a finalidade de ampliar as discussões sobre o assunto, a câmara municipal da cidade e a fundação realizaram uma audiência publica para discutir com a sociedade o assunto. A usina, segundo Agenor, em todo o seu contexto irá contemplar todos os produtores rurais que moram na área da chapada, onde será instalado o parque eólico.

Os trabalhadores estarão prestando serviços à empresa, conforme o coordenador, a partir de um contrato do arrendamento dos terrenos com os proprietários, para que seja realizada a instalação dos equipamentos nos locais.

Ele destaca que o governo municipal de Salitre, entra com a contrapartida das licenças que venham pertencer ao município, melhoria das estradas vicinais do município e a regularização fundiária dos agricultores.

De acordo com Agenor Ribeiro, que vem acompanhando todo o processo, o projeto da Casa dos Ventos teve como base o levantamento de toda a demanda das necessidades da instalação da usina por um período de três anos e identificou o potencial para a produção desta energia, devido os fortes ventos, em cidades como Salitre; em Araripina, no Pernambuco, e Marcolândia, Simões e Caldeirão Grande, no Piauí.

Estudos

Estas cidades se destacaram no estudo e os investimento estão estimados em torno de R$ 20 bilhões, onde inicialmente está sendo investido R$ 10 bilhões. Segundo a Casa dos Ventos, um parque desta dimensão em Salitre, irá pegar em torno de 600 aerogeradores de energia. A usina tem uma capacidade absorver até 3 mil pessoas empregadas, em sua fase de construção, e com o parque funcionando, poderá gerar até mil empregos. Agenor explica que para todas as atividades, os estudos foram iniciados há quatro anos atrás. 

Sua Mente Está Trabalhando a Seu Favor?

Prof. Ednardo Sousa Bezerra Jr Ao longo do dia, você já parou para perceber quais pensamentos ocuparam a maior parte da sua mente? Essa refl...